Trepanação na praça pública
Add comment Março 19, 2007
Foral de Ponte de Lima
Foral de Ponte de Lima, 4 de Março de 1125
Em nome de Deus, eu, D.Teresa, filha do rei D.Afonso, saúdo-vos. Terei por bem fazer vila o lugar de Ponte de Lima(…) E quem fizer mal aos moradores da dita vila pague quinhentos soldos (…) E se alguém vier fazer mal às pessoas que de qualquer parte venham à feira, tanto na ida como na volta, pague 60 soldos. E os que morarem na mesma dita vila paguem todos os anos um soldo cada um, por suas casas, e nada paguem por suas hortas. E se alguém morar nesta vila e possuir propriedades fora dos seus limites, sejam livres de imposto. E de todas as terras cultivadas que lavrarem, paguem um quinto. Eu D. Teresa e meu filho D.Afonso autenticamos esta carta pelas nossas próprias mãos.
Anais Municipais de Ponte de Lima in Livro do professor, História e Geografia de Portugal, 5º ano, Constância, pág. 84
Add comment Fevereiro 21, 2007
Sintra, castelos e palácios
Add comment Janeiro 23, 2007
castelos,armas e combatentes,ilustração coeva
Add comment Janeiro 23, 2007
O trabalho das mulheres
O trabalho das mulheres
Pobres as que vivem nas cabanas / Carregadas de filhos e rendas dos senhores; / O que conseguem poupar do trabalho de fiação é utilizado nos gastos da casa, / Em leite e farinha para fazer sopas / para alimentar a seus filhos que choram por comer. / Também elas sofrem muita fome / E tristeza no inverno com suas noites sombrias. / Levantando-se do leito para balançar o berço… / Para cardar e pentear [preparar os fios da lã], remendar e lavar / esfregar e enovelar, [...] / É muito duro ler ou em rimas cantar / as penúrias daquelas mulheres que vivem nas cabanas.
(’The vision of William concerning Piers the Ploughman by William Langland’ apud Eileen Power, Medieval women, p. 74).
Add comment Janeiro 14, 2007
Instrumentos de tortura-a picota
Add comment Dezembro 30, 2006
Aqueduto de Segóvia
Add comment Novembro 25, 2006
Inventos do Século XIX (txt)
(…)Subitamente, a um canto, repicou a campainha do telefone. E enquanto o meu amigo, curvado sobre a placa, murmurava impaciente “Está lá? – Está lá?”, examinei curiosamente, sobre a sua imensa mesa de trabalho, uma estranha e miúda legião de instrumentozinhos de níquel, de aço, de cobre, de ferro, com gumes, com argolas, com tenazes, com ganchos, com dentes, expressivos todos, de utilidades misteriosas. Tomei um que tentei manejar – e logo uma ponta malévola me picou um dedo. Nesse instante rompeu de outro canto um tiquetique açodado, quase ansioso. Jacinto acudiu, com a face no telefone:
-Vê aí o telégrafo!… Ao pé do divã. Uma tira de papel que deve estar a correr.
-E, com efeito, duma redoma de vidro posta numa coluna, e contendo um aparelho esperto e diligente, escorria para o tapete como uma tênia, a longa tira de papel com caracteres impressos, que eu, homem das serras, apanhei, maravilhado. A linha, traçada em azul, anunciava ao meu amigo Jacinto que a fragata russa Azoff entrara em Marselha com avaria!
Já ele abandonara o telefone. (…)
Eça de Queiroz, A Cidade e as Serras, 1901
1 comment Novembro 21, 2006
Ânfora fenícia
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Barco fenício
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MOEDAS GREGAS (ima)
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BARCOS FENÍCIOS (ima)
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PORTO DE CARTAGO (ima)
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